A informação foi avançada pela Unidade de Integridade do Atletismo (IAU), encarregada do combate ao doping no atletismo, que indicou os casos como fazendo parte do relatório McLaren, que em 2016 expôs doping sistematizado dos desportistas russos, com o patrocínio do estado, e que levou o país a ser excluído de várias grandes provas internacionais, incluindo os Jogos Olímpicos do Rio2016.

Já retirado, Silnov foi o vice-presidente da Federação Russa de Atletismo até junho, altura em que deixou o cargo ao ser confrontado com o facto de ter usado turinabol no seu passado de atleta.

As acusações vão seguir para o Tribunal Arbitral do Desporto, contudo ainda não há datas para o início dos processos.

A Rússia está suspensa das competições internacionais de pista desde 2015 por doping, embora alguns atletas tenham sido autorizados a competir, enquanto neutros.

No início deste mês, a federação de atletismo russa admitiu ter cometido irregularidades, nomeadamente na forja de documentos falsos para dar a um atleta um álibi por faltar a um teste de controlo antidoping.

A federação acusou, porém, responsáveis da direção que supostamente já não fazem parte dos órgãos sociais.

Albert Rop, queniano que agora compete pelo Bahrain, e medalha de prata nos 5.000 metros nos Jogos Asiáticos de 2018, foi suspenso por dois anos, acusado pela IAU de repetidamente não fornecer informações precisas sobre seu paradeiro para testes de contorlo antidoping.

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