Na prática, uma das decisões que sai do documento, que renova um protocolo anterior, é a possibilidade de equipas “continentais de ambos os países” participarem sem serem consideradas estrangeiras nas provas nacionais lusas e espanholas, numa reposta às alterações ao número de corredores por equipa.

A medida precisará ainda do aval da União Ciclista Internacional (UCI), uma vez que “o regulamento de estrada estabelece que nas provas nacionais apenas podem participar equipas continentais do país em que se disputa essa corrida”, pode ler-se num comunicado da FPC.

Entre as várias iniciativas, destaque para o “compromisso de cooperação ao nível da calendarização das provas, tendo em conta as necessidades de ambos os países”, bem como a intenção de “padronizar os processos de admissão aos cursos de treinadores e comissários” ou a retirada de processos burocráticos para participar em competições ou eventos abertos nos dois lados da fronteira.

Firmado por Delmino Pereira, presidente da FPC, e José López Cerrón, líder da RFEC, o novo protocolo “reforça a cooperação” entre as duas partes, numa cerimónia realizada à margem da assembleia-geral da União Europeia de Ciclismo (UEC), em Roma, e na qual marcou presença o presidente do organismo europeu, Rocco Cattaneo.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.