A de Alemanha: É a campeã em título e uma das principais candidatas a levantar a taça. Mesmo sem nomes como Leroi Sané, extremo chave no sucesso do Manchester City esta época, ou Mario Götze, o médio que há quatro anos marcou o golo que valeu o quarto título mundial aos alemães, a Maanshaft tem um plantel largo e com várias soluções para lutar pelo bicampeonato.

B de Brasil: O Brasil volta a apresentar-se num Campeonato do Mundo com uma seleção de qualidade e com argumentos para chegar ao inédito hexacampeonato. Com uma equipa composta por vários jogadores a atuar nas principais ligas europeias, Neymar e companhia querem fazer esquecer o pesadelo da prestação caseira de 2014 em que foram eliminados nas meias-finais por uns humilhantes 7-1, frente à Alemanha.

C de Cissé: Esta é apenas a segunda participação do Senegal num Campeonato do Mundo. Estreou-se em 2002, no Mundial da Coreia do Sul e Japão, e impressionou com uma prestação que levou a formação africana até aos quartos-de-final. Nessa equipa estava Aliou Cissé, atual selecionador senegalês, que agora na Rússia orientará e servirá de inspiração para uma equipa que com toda a certeza quer voltar a impressionar o mundo.

D de Dani Alves: O defesa-direito do Paris Saint-Germain é uma das ausências mais notadas deste Mundial. Devido a lesão, Dani Alves não vai poder lutar pelo único título que lhe falta no seu palmarés, ele que é o jogador mais titulado do mundo em atividade.

E de Enzo: Foi o último jogador a ser chamado de urgência para tapar um ‘buraco’ neste Mundial. Após a lesão de Lanzini, Sampaoli escolheu Enzo Pérez para ocupar o lugar do extremo. Para além do médio do River Plate, Kasper Dolberg, jovem talento do Ajax, foi também chamado à seleção da Dinamarca à última da hora depois da baixa por lesão do seu compatriota Nick Bendtner. O mesmo aconteceu com o polaco Jan Bednarek, que terá a árdua missão de superar a ausência do defesa Kamil Glik, também ele uma baixa de último minuto.

F de França: A seleção francesa está repleta de uma nova geração super talentosa sedenta de títulos. Depois de falhada a conquista, em casa, do Campeonato da Europa em 2016, os adeptos estão curiosos para saber até onde a equipa liderada por Didier Deschamps pode chegar, mesmo que o selecionador tenha deixado fora da convocatória nomes como Rabiot, Benzema, Coman, Kurzawa ou Lacazzete.

G de Gianluigi: Buffon. Tinha de ser citado. Pelas lágrimas, pela ausência, pela lenda. Fará falta, assim como a seleção italiana.

H de Holanda: A Laranja Mecânica, a par da Itália, é uma das grandes ausentes deste Campeonato do Mundo. Semi-finalista em 2014, no Brasil, e finalista em 2010, na África do Sul, os adeptos certamente sentirão falta de uma seleção histórica que vive uma crise de talento.

I de Islândia: Depois da estreia num Campeonato da Europa, eis que surge a estreia no maior palco do futebol mundial. Apesar de estar num grupo difícil (com Argentina, Croácia e Nigéria), todos os adeptos estão ansiosos por ver os islandeses a entrar em campo com a raça que demonstraram em 2016 e, claro, aquele cumprimento entre adeptos e jogadores.

J de Julen: Lopetegui não soa a facto nem curiosidade, mas a dois dias da estreia de Espanha no Mundial (frente a Portugal) tornou-se protagonista ao ter sido despedido da seleção por ter assinado contrato, já na Rússia, com o Real Madrid, num processo que decorreu à margem da Federação Espanhola de Futebol.

L de Liga Inglesa: A Premier League tem um papel de destaque neste Mundial, uma vez que 100% dos jogadores da seleção de Inglaterra provêm daquela que é para muitos considerada a melhor liga do mundo.

M de Messi: A par de Cristiano Ronaldo, Lionel Messi é o jogador com mais Bolas de Ouro no currículo. Mas ao contrário do capitão português, o astro argentino nunca conseguiu vencer uma grande competição pela sua seleção. Em 2015 e 2016 perdeu a Copa América para o Chile e no último Campeonato do Mundo saiu derrotado do Brasil, na final, perante a Alemanha.

N de Nigéria: A seleção nigeriana foi tema de notícia nas últimas semanas. Não pela talentosa equipa que vai apresentar neste Mundial da Rússia, mas por causa do equipamento. A camisola que a Nigéria vai usar no Campeonato do Mundo deste ano esgotou em poucos minutos na loja oficial da Nike em Londres. O modelo foi colocado à venda a 1 de junho e pouco tempo depois o stock terminou com a marca desportiva norte-americana a somar mais de 3 milhões de encomendas online.

O de 'o quê?!': A língua promete ser um dos maiores entraves para os adeptos que vierem assistir ao Mundial na Rússia. São poucos os habitantes - e até mesmo os voluntários - que falam fluentemente inglês criando uma barreira na comunicação que se sente desde os recintos desportivos até às zonas de lazer, como restaurantes e cafés.

P de Panamá: A Islândia não é a única seleção em estreia num campeonato do Mundo. O Panamá conseguiu também uma qualificação inédita que valeu, inclusive, que o Presidente desse tolerância de ponto aos trabalhadores de todo o país para que pudessem festejar o feito. Agora, na Rússia, é de esperar a festa dos panamenhos no maior evento desportivo do mundo.

Q de Quintero: Alberto Quintero, do Panamá, é o jogador mais baixo da competição com 1,65 metros, à semelhança do suíço Xerdan Shaqiri e do saudita Yahia Aslshehri. O jogador mais alto da competição é o croata Lover Kalinic (2,01 m), num Mundial em que a altura média do é de 1,82 m.

R de Román Torres: O defesa do Panamá, com 99 quilos distribuídos por 1,88 metros, é, de acordo com as fichas técnicas publicadas pela FIFA, o jogador mais pesado da competição.

S de Salah: Depois de uma época sensacional, o Campeonato do Mundo é a última oportunidade para o egípcio se colocar definitivamente na corrida à Bola de Ouro, tipicamente discutida entre Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Apesar de não estar numa seleção tão competitiva como a dos dois astros do futebol mundial, o jogador do Liverpool poderá assinalar uma boa campanha ajudando o Egito a ser uma das surpresas deste Mundial. Surge sempre uma, porque não a seleção africana?

créditos: GAVIN BARKER/EPA

T de Takashi: A verdadeira pulga do Mundial da Rússia, em termos de peso, vem do Japão e chama-se Takashi Inui. O médio que na última temporada representou os espanhóis do Eibar pesa 59 kg.

U de Uruguai: Uma curiosidade para lembrar os velhos tempos, foi entre o Uruguai e o Brasil que se registou a maior assistência de sempre num jogo do Mundial, nada mais, nada menos que 173.850 espectadores.

V de Vieirinha: Vieirinha é um de 11. Foram mais de dez os campeões europeus que Fernando Santos, selecionador de Portugal, deixou de fora da convocatória para o Mundial de 2018 na Rússia. Entre os 11 o nome mais sonante é talvez o de Éder, o homem que deu o pontapé mais importante da história do futebol português.

X de 10: O ‘x’ em numeração romana é 10 e essa é exatamente a posição da Espanha, o primeiro adversário de Portugal neste Mundial, no ranking FIFA. A equipa das 'Quinas' entra em campo amanhã, pelas 19h00 (hora de Lisboa), com transmissão na RTP1 e SportTV1

Z de Zaire: Entre as maiores goleadas da história dos Mundiais está a vitória da antiga Jugoslávia sobre o Zaire, por 9-0, em 1974, na Alemanha Ocidental. Para além desta, aconteceram mais duas goleadas pelo mesmo coeficiente: Hungria-El Salvador, 10-1 (1982) e Hungria-Coreia do Sul, 9-0 (1954).

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