“Será algo único e singular, uma vez que o Tour nunca começou tão tarde. A preparação dos ciclistas será necessariamente diferente, já que o tempo estará menos quente e provavelmente haverá mais vento”, afirmou Christian Prudhomme, em entrevista à agência noticiosa AFP.

A dois meses do arranque, marcado para 29 de agosto, em Nice, o diretor do Tour explicou que o plano de saúde e higiene para o novo coronavírus ficará definido “entre o final de julho e o início de agosto” e garantiu que, mesmo com a pandemia, a competição irá contar “com os melhores ciclistas”.

“Certamente que não haverá beijos ou abraços durante as cerimónias oficiais. E, claro, não é a melhor altura para existirem autógrafos. Vamos ter público, mas se calhar terá de existir uma filtragem. A situação está a mudar de dia para dia, por isso não sabemos como estará tudo daqui a dois meses”, reconheceu o responsável máximo pelo Tour desde 2005.

A 107.ª edição da prova mais emblemática do calendário velocipédico internacional estava prevista entre 27 de junho e 19 de julho, mas foi reagendada de 29 de agosto a 20 de setembro, devido à pandemia de covid-19.

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