Os projetos a concurso dividem-se em quatro categorias: Desenvolvimento de Competências e Correspondência de Oportunidades, Rendimento e Criação de Emprego, Acesso à Tecnologia e, por fim, Inclusão Financeira.

Doze finalistas dos quatro cantos do mundo (Canadá e EUA, América Latina, Europa, África, Ásia), totalizando 60 finalistas regionais, terão oportunidade de apresentar a sua ideia a uma audiência ao vivo e a um painel de líderes regionais.

Adaptados às necessidades do mercado global, mas também regional, a concurso estão projetos que variam entre soluções tecnológicas e de crédito, programas de educação, plataformas de emprego ou marktplaces de produtos artesanais.

De África chegam-nos projetos como o da Bloom Impact, um mercado digital que providencia serviços financeiros e educação financeira a pequenos empresários; da Flare, que cria sistemas semelhantes ao nosso 112 em países onde ele não existe; da Social Lender, uma plataforma de acesso a crédito destinada a pessoas que normalmente não têm capacidade para pedir empréstimos; ou o da Tiny Totos, que trabalha com mães e crianças desfavorecidas.

Da Ásia surgem iniciativas como a SoCCs, uma "moeda" desenvolvida pela Asia Initiatives para recompensar pessoas pelas suas boas ações; ou projetos como o NaTakallam, que se dedica a serviços de tradução e aprendizagem de línguas; a FIA, uma plataforma para incentivar a economia digital na Índia rural ou a Polly & Other Stories, uma plataforma paquistanesa que vende produtos artesanais produzidos por mulheres de zonas rurais.

Da Europa, entre outros projetos, temos a Beam, uma plataforma de crowdfundind para apoiar a formação profissional de pessoas sem-abrigo; a So Lunch, que se apresenta como a "airbnb dos almoços"; a Pedius, um serviço de telecomunicações destinado a pessoas surdas ou a Padlock, que se dedica à cibersegurança.

Da América Latina destacam-se projetos como o TiendaPago, um serviço de empréstimos online com a duração de uma semana para pequenos empresários que normalmente não têm acesso a crédito; o Bolsa Rosa que visa promover o acesso de mulheres a empregos com horários flexíveis dentro das empresas; ou Talentu e a Quantum Talent, que trabalham para criar oportunidades de emprego para trabalhadores menos qualificados.

Dos EUA e Canadá surgem sobretudo projetos que procuram ligar pessoas a oportunidades de emprego, com destaque para a Talent Beyond Boundaries, que ajuda refugiados que têm dificuldade em encontrar oportunidades de trabalho. De destacar ainda projetos como o Rumie, cujo objetivo é garantir que comunidades desconectadas têm acesso a recursos digitais de aprendizagem de alta qualidade.

Destes 60 projetos serão selecionados 20, quatro por cada final regional, que participarão no dia 21 de novembro na grande gala do prémio, que terá lugar no MIT, em Cambridge, no estado norte-americano de Massachusetts.

Um prémio de 1 milhão de dólares (cerca de 900 mil euros) será distribuído pelos quatro projetos vencedores, recebendo cada um 250 mil dólares (cerca de 225 mil euros).

Esta é a quarta edição do prémio que em anos anteriores já financiou 12 projetos.

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