Contactada pela agência Lusa, fonte oficial da EMEL explicou que a situação se deveu a uma “falha no ‘software’ da empresa que gere a aplicação” ePark – ferramenta que permite o pagamento dos parquímetros através do telemóvel.

A fonte explicou que o erro aconteceu durante o processo de “conciliação de todos os pagamentos de todos os créditos”, algo que é “feito com regularidade”.

“Há um processo informático que faz essa reconciliação toda. Nesse processo, houve um ‘bug’, que a empresa aliás está a estudar”, sustentou.

De acordo com a EMEL, a “empresa de ‘software’ está a ver se percebe o que é que aconteceu” para que “fosse depositado dinheiro indevidamente em 14 mil contas”.

Segundo a mesma fonte, cerca das 19:30, “111 casos estavam por resolver”.

Quanto aos restantes, a empresa diz que vai ficar “tudo resolvido, garantidamente”, ainda hoje.

A empresa de estacionamento de Lisboa refere que para quem tiver usado este crédito, o dinheiro será debitado “quando fizer o próximo carregamento”.

“Ninguém ficará sem poder utilizar o ePark”, assegura a EMEL.

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