Numa intervenção no parlamento ucraniano por videoconferência, Von der Leyen saudou as reformas já adotadas para a criação de “uma impressionante máquina anticorrupção”, sublinhando que estas “precisam de meios de ação e de boas pessoas em postos de responsabilidade”.

“Convém que o novo chefe da Procuradoria Anticorrupção e o novo diretor do serviço nacional anticorrupção da Ucrânia sejam nomeados o mais rapidamente possível”, salientou ainda, defendendo também um procedimento legislativo de seleção dos juízes do Tribunal Constitucional.

A líder do executivo saudou ainda a adoção por Kiev de uma lei destinada a desfazer “a influência excessiva dos oligarcas na economia” e apelou à adoção de legislação sobre a independência dos media, em linha com as normas da UE.

Os líderes dos 27 concederam à Ucrânia, em 23 de junho, o estatuto de país candidato à adesão à UE, um percurso que será longo, mas para o qual o país conta com o apoio de Bruxelas, garantiu Ursula von der Leyen.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de quatro mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

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