Sob o slogan “Jimmy vai, Iván fica”, os quinhentos manifestantes concentraram-se à frente do Palácio Nacional da Cultura, um dia depois de Morales anunciar que não vai renovar o mandato do CICIG, que termina em setembro de 2019.

Ao som de maracas e tambores, os manifestantes disseram “não à corrupção” e exigiram a renúncia de Morales, suspeito da prática do crime de financiamento eleitoral ilícito.

A decisão de Morales surge depois do organismo especial da ONU exigir o levantamento da imunidade do chefe de Estado.

“Já notificamos oficialmente o secretário-geral das Nações Unidas que não vamos renovar o mandato da CIGIC” afirmou Morales na sexta-feira, durante uma cerimónia.

Sem se referir diretamente às palavras de Morales, o porta-voz do CIGIC, Matias Ponce, disse aos jornalistas que este órgão da ONU recebeu o “apoio da comunidade internacional e de representantes da sociedade civil guatemalteca”.

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