Os testes permitem “combinar duas técnicas distintas e dos resultados obtidos verificar, de acordo com o fluxograma estabelecido pela Administração Regional de Saúde, a exposição ao vírus dos testados, esperando-se aumentar a fiabilidade dos mesmos”, afirma a Câmara, numa nota enviada à agência Lusa.

Condeixa-a-Nova concluiu na terça-feira, dia 28 de abril, “o primeiro conjunto” de 850 testes à doença a trabalhadores de lares de idosos e de serviços público, e aguarda agora “a chegada de mais [650] testes para completar o rastreio”.

Com mais esta medida, o município pretende “garantir a segurança de quem está no terreno todos os dias a assegurar o funcionamento de instituições e serviços fundamentais” do município, explica o presidente da Câmara, Nuno Moita da Costa.

“A prevenção e a despistagem da covid-19 é fundamental para conter o risco de propagação e proteger toda a população, em particular a mais vulnerável como são os nossos idosos”, sustenta o autarca, citado na nota da Câmara da vila vizinha de Coimbra.

Os testes já realizados, “num total de 850”, que representam “um investimento de cerca de 22.200 euros, foram adquiridos pela Câmara Municipal, no âmbito de um projeto-piloto de metodologia de rastreio”, refere a autarquia.

O projeto está a ser coordenado pela Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra (que agrega 19 concelhos) e foi desenvolvido pela Administração Regional de Saúde do Centro e validado pelo Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde).

O município de Condeixa-a-Nova “aguarda agora a chegada de mais 650 testes que permitirão completar o rastreio a todos os colaboradores das estruturas residenciais para idosos (ERPI) e lares residenciais” do concelho, “além de colaboradores de serviços públicos essenciais”.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 235 mil mortos e infetou mais de 3,3 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.007 pessoas das 25.351 confirmadas como infetadas, e há 1.647 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

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