Um grupo de pessoas, especialmente estudantes, queimou e derrubou com violência a estátua até a arrancar do pedestal numa praça pública do município, segundo as imagens divulgadas nas redes sociais.

Depois, dois homens tiraram o monumento da esplanada e lançaram-no repetidas vezes ao chão até deixá-lo em pedaços, perante o olhar de dezenas de transeuntes.

A estátua mostra Chávez, que governou a Venezuela de 1999 a 2013, a fazer uma saudação militar com a faixa presidencial.

A imagem foi destruída após confrontos entre militares e opositores em Rosario de Perijá. Os distúrbios estenderam-se até à cidade de Machiques.

Os manifestantes rejeitavam a convocação, por parte de Nicolás Maduro, de uma Assembleia Constituinte e exigiam uma "prova de vida" do líder opositor Leopoldo López que está detido. Segundo a sua família, López está incomunicável há um mês.

Também houve confrontos em Villa de Rosario, na mesma área, danificando a sede da Câmara.

Pelo menos dez pessoas foram detidas por militares da Guarda Nacional Bolivariana e as manifestações foram reprimidas com gás lacrimogêneo.

Este foi o segundo dia de protestos esta semana, na região de Perijá, que engloba os municípios de Machiques e Rosario.

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