Na propriedade de Dominique Leandre-Chevalier, a tecnologia fica à porta. Nada de tratores nem sistemas automáticos, a terra é trabalhada com arado puxado por um cavalo. Dominique herdou uma quinta de família em 1995 e quis usar o seu trabalho para homenagear os seus antepassdos.  Não tem dúvidas sobre as vantagens do uso de cavalos em vez de tratores: "as patas do cavalo fazem menos força na terra, o que compacta menos os solos e favorece a respiração da terra e das raizes"

O objectivo deste viticultor da era "pré-industrial" é trabalhar no sentido de obter um produto mais autêntico, com alma e sobretudo sabor. Dominique também investiu em re-introduzir castas da região, que tinham tinham deixado de ser utilizadas.

Para, no final, obter o tal sabor único com um preço também muito exclusivo: acima dos três mil euros por garrafa.

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