Guterres disse que os planos de redução de emissões implementados por empresas americanas, governos regionais e cidades fizeram as metas autoimpostas na gestão anterior, ao afirmar o pacto em 2016, seguir o seu rumo.

"Vimos as cidades e vimos, em muitos estados, um compromisso muito forte com o Acordo de Paris, a ponto de alguns indicadores estarem a avançar ainda melhor do que no passado recente", declarou Guterres à imprensa na sede da ONU em Nova Iorque.

"Há expectativas de que, independentemente da posição da administração, os Estados Unidos possam ser capazes de alcançar, como país, os objetivos adotados em Paris", completou.

Sob esse acordo, o governo do presidente Barack Obama propôs-se reduzir, até 2025, as emissões domésticas dos gases causadores do efeito estufa entre 26% e 28% abaixo dos níveis de 2005.

Quase 200 países e partes assinaram o acordo, após intensas negociações em Paris, onde todas as nações fizeram propostas voluntárias para reduzir as suas pegadas de carbono para 2030.

O acordo procura limitar o aquecimento global a 2ºC, mas Guterres advertiu que, para alcançar essa meta, são necessárias mais ações até 2020.

Trump enfrentou duras críticas quando anunciou, em junho de 2017, que os Estados Unidos sairiam daquilo que ele classificou como um "mau acordo" para a economia dos EUA.

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