Manuel Djassi, elemento da direção técnica da Fiscap, a entidade regulador e de fiscalização das atividades de pesca na Guiné-Bissau, indicou à Lusa que da tripulação do navio faziam parte onze pescadores de nacionalidade chinesa e seis deles perderam a vida na explosão que ocorreu na madrugada de sábado.

No domingo, 07 de julho, uma equipa de inquérito, constituída por técnicos da Fiscap e da empresa chinesa detentora do navio sinistrado, iniciará as averiguações, começando com as audições aos cinco pescadores de nacionalidade chinesa que escaparam com vida da explosão.

Ainda segundo o responsável da Fiscap, nove marinheiros guineenses trabalham no navio, sendo que nenhum destes foi afetado pela explosão tendo sido resgatados.

Três corpos, dos seis mortos na explosão, não foram encontrados, referiu ainda o responsável guineense que considerou o sucedido “uma grande tragédia" que nunca tinha acontecido nas aguas da Guiné-Bissau..

O navio pesqueiro afundou-se no alto mar, disse ainda Manuel Djassi, sem adiantar outros pormenores sobre as operações de resgate ou possíveis causas do acidente.

Os corpos dos três marinheiros chineses encontram-se na morgue do hospital Simão Mendes, em Bissau, aguardando pelas diligências para o seu translado para a China.

Navios de armadores privados chineses pescam nas águas da Guiné-Bissau ao abrigo de um acordo de pesca entre os dois países.

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