Contactada pela agência Lusa, fonte da GNR indicou que os detidos estariam a utilizar uma máquina agrícola equipada com um roça-mato e que o veículo terá estado na origem da ignição do incêndio.

A mesma fonte assinalou que estava proibida a realização de trabalhos de limpeza de mato, por estar em vigor, na terça-feira, o alerta especial vermelho de agravamento do risco de incêndio florestal.

“A possível causa do incêndio estará na utilização de um veículo agrícola equipado com um roça-mato, sendo que o mesmo ficou destruído pelo incêndio”, adiantou a GNR, em comunicado enviado à Lusa.

Segundo o comunicado, o incêndio provocou “a destruição de cerca de 40 hectares de sobreiros, azinheiras, eucaliptos e mato e chegou a colocar em risco uma habitação”.

O incêndio deflagrou às 11:19 de terça-feira e só foi dominado cerca de quatro horas depois, chegando a mobilizar quase 200 operacionais, apoiados por 62 veículos e sete meios aéreos.

Após o alerta, a GNR deslocou-se ao local e dirigiu-se para o possível ponto inicial de foco de incêndio, onde os militares detiveram os suspeitos, que foram constituídos arguidos.

Os factos foram remetidos para o Tribunal de Grândola.

A detenção foi efetuada por militares do Núcleo de Proteção Ambiente e do Posto Territorial de Grândola da GNR, tendo a ação contado também com participação de elementos do Posto Territorial do Torrão e da Secção de Policiamento Comunitário.

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