“Uma das medidas [de prevenção] é a suspensão dos vistos para a China”, disse Helena Khida, porta-voz do Conselho de Ministros em conferência de imprensa, em Maputo.

A governante explicou que face à localização geográfica de Moçambique “parece ser remoto” o cenário de o surto chegar ao país, mas, ainda assim, há que tomar medidas.

“Nestas medidas está a limitação de saída ou entrada no país de pessoas que eventualmente venham da China”, porque há também suspensão de saídas na China, acrescentou.

Já na sexta-feira o Ministério da Saúde (Misau) moçambicano tinha anunciado que vai entrevistar os viajantes oriundos da China à chegada a Moçambique, nomeadamente ao aeroporto internacional de Maputo

Helena Khida adiantou hoje que não há casos reportados de moçambicanos na China que tenham sido vítimas do novo coronavírus.

O mais recente balanço das autoridades chinesas dá conta de 106 mortos, todos verificados na China, e mais de 4.5000 pessoas infetadas, principalmente na cidade de Wuhan.

Além do território continental da China, também foram reportados casos de infeção pelo novo coronavírus em Macau, Hong Kong, Taiwan, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, Vietname, Nepal, Malásia, França, Alemanha, Austrália e Canadá.

As autoridades chinesas admitiram que a capacidade de propagação do vírus se reforçou.

As pessoas infetadas podem transmitir a doença durante o período de incubação, que demora entre um dia e duas semanas, sem que o vírus seja detetado.

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