No decurso de uma intervenção perante o Conselho de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet referiu-se a ataques indiscriminados contra hospitais, escolas e outras infraestruturas “que estão proibidos pela lei humanitária internacional e que poderiam constituir crimes de guerra”.

A Convenção sobre munições com bombas de fragmentação, em vigor desde 2010, proíbe o uso, desenvolvimento, fabrico e aquisição deste armamento devido ao seu impacto indiscriminado entre os civis, apesar de potências como a Rússia, Estados Unidos ou a China nunca a terem ratificado.

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