O secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, disse que o motim no Complexo Penitenciário Anísio Jobim se prolongou por cerca de 17 horas.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Amazonas, Epitácio Almeida, que coordenou as negociações com os prisioneiros e trabalhou para a libertação dos reféns, tratou-se do "maior massacre do sistema prisional" do Estado.

As mortes ocorreram depois de um confronto entre a fação criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), com sede em São Paulo, e a Família do Norte (FDN), que domina prisões no Estado do Amazonas.

Além das informações dadas pelas autoridades locais, o ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, informou em comunicado ter contactado o governador do Amazonas, José Melo de Oliveira, e disse que a situação já está sob controle.

"O ministro colocou-se à disposição do governador para tudo o que fosse preciso, inclusive para eventuais transferências para presídios federais e envio da Força Nacional. O governador informou que, neste momento, a situação no complexo penitenciário já está sob controlo", lê-se no comunicado.

Durante a rebelião houve várias decapitações e alguns corpos foram queimados e mutilados, de acordo com a Ordem dos Advogados.

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