“Tenho esperança de que a cimeira [da NATO] seja mais um momento que venha a contribuir para antever soluções para este conflito, sim”, afirmou Helena Carreiras, que falava aos jornalistas à margem da cerimónia de entrega de viaturas do projeto de vigilância balnear ‘SeaWatch’, nas instalações Centrais da Marinha, em Lisboa.

Questionada sobre as declarações do vice-secretário-geral da NATO – que esta segunda-feira afirmou que a Aliança Atlântica já não se considera obrigada a um acordo de 1987 com a Rússia que limitava o estacionamento permanente de tropas da aliança no centro e leste da Europa – Helena Carreiras recusou fazer comentários.

“Eu não gostaria de fazer comentários neste momento, creio que temos que observar com muita atenção e acompanhar, procurando depois que as soluções ou os resultados da cimeira contribuam de facto para a paz na Ucrânia, que é aquilo que todos desejamos”, afirmou. A cimeira da NATO está marcada para os dias 29 e 30 de junho, em Madrid, Espanha.

Já quanto ao envio de mais material de Portugal para a Ucrânia, Helena Carreiras adiantou que esteve reunida com o seu homólogo ucraniano esta segunda-feira, com quem continua a “contactar periodicamente”, à semelhança de outros países.

“A Ucrânia tem pedido ajuda e na medida das nossas possibilidades, como tenho afirmado, temos procurado corresponder. Vamos continuar a fazê-lo através do envio de material, através de apoio eventualmente de treino também, procurando reforçar aquilo que é a defesa da Ucrânia face à invasão da Rússia”, acrescentou.

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