"Várias pessoas desconhecidas entraram" no pátio da igreja de Santa Inés, no centro histórico de Cumaná - capital do estado de Sucre (leste) -, e roubaram a peça patrimonial, segundo a queixa apresentada no sábado à polícia pelo pároco Jesús Senior, que divulgou uma cópia do documento.

Declarado monumento nacional, o santuário foi construído entre 1862 e 1866 sobre as bases de uma antiga igreja do século XVIII.

O sino da construção original ficava assente numa base de pedra no pátio do templo.

"Não nos explicaram como é que eles puderam ter movido o sino. Quatro homens juntos não conseguem levantá-lo", disse Orlando Ramos, membro do conselho paroquial de Santa Inés, à AFP.

Durante as cerimónias do Domingo de Ramos, o início das festividades da Igreja Católica para a Semana Santa, Senior orou por aqueles que roubaram a peça histórica e pediu para que esta seja devolvida.

A ONG Centro de Serviço da Ação Popular (CESAP) tem denunciado vários casos de estátuas e placas de bronze que desapareceram de locais públicos nos últimos meses em Cumaná e outras cidades da Venezuela, um país atingido por altas taxas de criminalidade e uma grave crise social e económica.

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