Em 1969, o ‘canibal’ venceu pela primeira vez o Tour, que viria a conquistar mais quatro vezes, num palmarés em que ainda constam cinco vitórias na Volta a Itália e três no campeonato do mundo.

“Era o mínimo que podíamos fazer. Eddy Merckx foi um campeão de exceção. E uma pessoa de uma humildade excecional. É alguém que ficará sempre no nosso coração. Eddy Merckx é um senhor”, disse o diretor do Tour, Christian Prudhomme.

A candidatura de Bruxelas tinha sido lançada em 2014 pela presidente da câmara, Yvan Mayeur, com a capital da Bélgica a receber a 23.ª partida do Tour fora do território francês – este ano a ‘Grand Boucle’ vai partir de Dusseldorf, na Alemanha, a 01 de julho.

A Bélgica já acolheu cinco partidas da Volta a França e Bruxelas vai marcar o início da corrida pela segunda vez – a primeira foi em 1958.

O Tour já tinha homenageado Eddy Merckx em 2010, nos seus 65 anos, com a etapa que ligou a cidade holandesa de Roterdão a Bruxelas a passar pela sua residência, em Meise, a norte da capital belga.

O Tour de 2019 vai celebrar igualmente o centenário da camisola amarela, que era a cor do jornal L’Auto, que, na altura, era proprietário da Volta a França.

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