A Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) denunciou hoje repetidos ataques de Israel a instalações na fronteira entre Líbano e Síria, através da qual milhares de refugiados tentam fugir ao conflito e procurar segurança.
O ministro da Saúde libanês, Firass Abiad, declarou hoje que 163 socorristas e prestadores de cuidados foram mortos em ataques israelitas no país, mais de um ano após a intensificação dos confrontos na fronteira entre Israel e o Hezbollah.
Israel e o Hamas deram sinais nesta quinta-feira de uma abertura para a retoma das negociações sobre um cessar-fogo na Faixa de Gaza, uma semana após a morte de Yahya Sinwar, líder do movimento islamita.
O ministro da Informação libanês acusou hoje Israel de ter visado deliberadamente a imprensa no ataque no sul do país que matou três jornalistas, denunciando o agressão como um "crime de guerra".
Pelo menos 20 pessoas foram mortas em dois ataques aéreos noturnos israelitas em Khan Yunes, no sul da Faixa de Gaza, disse hoje a Defesa Civil do enclave, adiantando que um hospital foi invadido no norte da região.
O Exército israelita disse hoje que atingiu vários depósitos e oficinas de armamento pertencentes ao Hezbollah durante os ataques de quarta-feira à noite contra o sul de Beirute.
O exército libanês disse hoje que três soldados, incluindo um oficial, foram mortos num ataque israelita enquanto realizavam uma operação de retirada de feridos no sul do Líbano, não muito longe da fronteira com Israel.
O Hospital do Sahel foi evacuado, apesar de Israel ter dito que não o iria atacar. Mais tarde, pelo menos, quatro pessoas morreram em ataques nas proximidades.
Pelo menos 16 pessoas morreram e outras 59 ficaram feridas nas últimas 24 horas devido a ataques israelitas no Líbano, informou hoje o Ministério da Saúde Pública libanês.
O Líbano, palco de uma ofensiva israelita contra o movimento Hezbollah, está envolvido numa luta entre os Estados Unidos e os seus aliados, que tentam mudar o equilíbrio de forças no país, e o Irão, que luta para manter a sua posição, segundo analistas.
O exército israelita atacou na última noite dezenas de localidades no sul do Líbano, tendo pela terceira vez em quase uma semana como alvo a cidade de Nabatiyeh informou a agência noticiosa libanesa ANI.
O Hezbollah disparou hoje cerca de 200 mísseis contra Israel, a partir do Líbano, de acordo com o exército israelita, tendo sido iniciada uma ofensiva terrestre contra aquele movimento islamita no sul do país.
O primeiro-ministro libanês denunciou hoje a "interferência flagrante" do Irão, após comentários de um responsável iraniano que afirma estar pronto para negociar um cessar-fogo no Líbano, e solicitou a convocação do encarregado de negócios iraniano em Beirute.
Mais de 276 mil libaneses e sírios que viviam no Líbano foram obrigados a abandonar o país devido aos ataques de Israel e a fugir para a Síria, informou hoje o Conselho de Refugiados Norueguês (NRC).
O Exército israelita lançou 138 ataques aéreos no Líbano nas últimas 24 horas, sobretudo no sul do país, informou hoje o Governo libanês, enquanto o grupo xiita Hezbollah indicou ter visado a cidade de Safed, no norte de Israel.
O Hezbollah afirmou que os seus combatentes enfrentam hoje as tropas israelitas em "combates violentos" à "queima-roupa" no sul do Líbano. Noutra cidade, Nabatieh, os ataques de Israel mataram hoje 16 pessoas, entre elas o autarca local, médicos e um socorrista. Israel não acredita num cessar-fogo u
O primeiro-ministro português pediu hoje um "cessar-fogo imediato e permanente" em Gaza, enquanto condenou "o uso excessivo da força" por Israel e a "posição injustificada" de Telavive ao considerar 'persona non grata' o secretário-geral da ONU.
O Irão "responderá firmemente" a qualquer ataque israelita, alertou o chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, durante uma conversa telefónica com o secretário-geral da ONU, António Guterres, num contexto de elevadas tensões regionais.
O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu descartou, nesta terça-feira, a possibilidade de ordenar um cessar-fogo "unilateral" no Líbano, alegando que isso não impediria o reagrupamento na fronteira dos militantes islamistas do Hezbollah, que ameaçou atacar "todo" o território israelita.
Os Estados Unidos afirmaram hoje que se opõem à campanha de bombardeamentos levada a cabo por Israel sobre a capital libanesa, Beirute, e que puseram a par as autoridades israelitas.
Pelo menos 2.350 pessoas morreram e outras 10.906 ficaram feridas em ataques israelitas no Líbano no último ano, das quais mais de 1.300 foram contabilizadas nas últimas três semanas, divulgaram hoje as autoridades libanesas.