Entre os oito temas que sobem ao palco da primeira semifinal do Festival RTP da Canção está o de Conan Osíris. "Telemóveis", que já atingiu a marca de um milhão e meio de visualizações no YouTube, é um dos favoritos à vitória da edição deste ano do certame da estação pública — inclusive por sites internacionais como a Billboard.

“Mais brilhante que mil sóis” (composta por Flak e interpretada por Ela Limão), “A dois” (composta e interpretada por Calema), “Hoje” (Filipe Keil), “Inércia” (D’Alva/Ana Cláudia), “O meu sonho” (Lura/Soraia Tavares), “É o que é” (D.A.M.A./João Dungo) e “Perfeito” (Tiago Machado/Matay) completam a lista de temas desta primeira gala emitida, este sábado, a partir das 21h00, e que terá apresentação de Tânia Ribas de Oliveira e Sónia Araújo.

Quatro destes temas — aos quais juntar-se-ão outros quatro da segunda semifinal — terão lugar na grande final em Portimão, a 2 de março.

Festival da Canção: Só dá Conan Osíris (mas também ouvimos os outros temas)
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Júlio Isidro volta a ser o Presidente do Júri escolhido pela RTP  para avaliar as canções a concurso nas semifinais. A ele juntam-se a cantora e compositora do tema vencedor da edição do ano passado, Isaura; o radialista Álvaro Costa; o diretor artístico e entusiasta da Eurovisão, Pedro Penim; e as cantoras Selma Uamusse, Maria João e Rita RedShoes.

Os finalistas são encontrados através da soma da votação do público (50%) e votação do júri (50%), num modelo inspirado no que tem vindo a ser seguido pela EBU (Eurovision Broadcast Union) nos últimos anos.

Este ano, pela primeira vez, a RTP deu oportunidade aos fãs do Festival de ouvir os temas na totalidade antes de serem apresentados nas semifinais. Desde 21 de janeiro, estão disponíveis, no site da RTP e no YouTube, os vídeos das canções, que incluem as letras.

À semelhança do ano passado, a RTP voltou a convidar, para as semifinais, artistas para recuperarem canções do concurso, desde os anos 1960 até à atualidade. Este ano, cabe aos Cais Sodré Funk Connection e aos Kumpania Algazarra trabalharem as canções. Só não se sabe, ainda, que temas serão revisitados.

No ano passado, o Festival da Canção, cujo modelo foi renovado em 2016, ficou marcado por duas polémicas: um erro na contagem dos votos na primeira semifinal, que acabou por retirar da corrida a canção “Eu te Amo”, composta por Mallu Magalhães, entrando o tema de Jorge Palma; e a suspeita de plágio da música “Canção do fim”, composta e interpretada por Diogo Piçarra, uma das escolhidas na segunda semifinal, que acabou por levar o músico a desistir da competição, dando lugar ao tema de Aline Frazão.

Depois da "nova vida" anunciada em 2017, que foi consolidada com uma vitória em Kiev, e da organização, pela primeira vez, do certame musical europeu em Lisboa, Gonçalo Reis revelou, na apresentação do Festival da Canção à imprensa, que quer "repetir a dose". A "ambição", a par de um "reposicionamento de um produto tradicional" e da "descentralização", são para o Presidente do Conselho de Administração da RTP os desafios e as palavras de ordem da 53ª edição do festival. Segundo o administrador, a RTP quer voltar a "apresentar um candidatura forte", "bisar" e receber novamente a Eurovisão, em 2020.

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