“O meu país e o meu povo podem estar seguros: nós vamos lutar até ao fim contra o flagelo do terrorismo. Nós não vamos deixar passar [o ataque] impune. Eles vão pagar um preço muito alto”, disse Erdogan em conferência de imprensa em Istambul, maior cidade da Turquia.

Pelo menos 38 pessoas, incluindo 30 polícias, foram mortas no sábado num duplo atentado em Istambul, que fez ainda centenas de feridos, alguns em estado grave.

A primeira explosão ocorreu junto ao estádio do clube de futebol Besiktas, com recurso a um carro armadilhado, e a segunda, provocada por um bombista suicida, deu-se num parque próximo do estádio.

O governo turco aponta os separatistas curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) como autores dos ataques e já fez detenções.

Em comunicado, o Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, já tinha dito que o seu Governo ia “derrotar o terrorismo, os grupos terroristas, os terroristas e, claro, as forças por detrás deles, com a ajuda de Deus”.

Segundo as autoridades turcas, o carro, “cheio de explosivos”, foi detonado no local onde estava a polícia de intervenção, já depois de os adeptos terem dispersado, no fim do jogo.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.