“Respeitar os docentes, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o estatuto da carreira” é o nome do documento que recupera várias propostas entregues ao Ministério da Educação, em julho. “Nem uma está contemplada”, acusa a federação.

Na semana passada, uma delegação da estrutura sindical deslocou-se novamente ao Ministério da Educação para pedir esclarecimentos sobre um corte de 281 milhões de euros, no que diz respeito aos recursos humanos na proposta de orçamento para 2017.

A Fenprof questiona como será, assim, possível vincular professores contratados, corrigir horários de trabalho, iniciar o descongelamento das carreiras e adotar medidas que possam dar resposta ao envelhecimento do corpo docente.

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