"É o segundo Orçamento em que baixamos a carga fiscal. Este é um Orçamento também para as empresas, que dá melhores incentivos fiscais a quem investe, com o alargamento do regime de crédito fiscal ao investimento, que dá melhores incentivos fiscais a quem inova, com o programa Semente, com melhores incentivos fiscais a quem capitaliza, permitindo baixar a carga fiscal às empresas que reforcem os capitais próprios, deixando de poder deduzir apenas os juros", declarou.

Manuel Caldeira Cabral falava no V Fórum Empresarial da Região de Aveiro, organizado pela Associação Industrial do Distrito de Aveiro, cujo presidente, Fernando Paiva de Castro, considerou ser o Orçamento para 2017 "pouco audacioso" para as necessidades de investimento.

"Esperávamos que o orçamento para 2017 fosse mais audacioso, apesar de contemplar algumas medidas de apoio às empresas, medidas de relançamento do investimento, e que deixasse de conter novas penalizações para as empresas", havia dito Paiva de Castro.

O ministro comentou que as reivindicações das associações empresariais "são justas", mas salientou que o OE2017 "deixa também uma mensagem de estabilidade às empresas".

"É muito importante continuar a reduzir o défice e prosseguir a consolidação orçamental, reduzindo a carga fiscal e dando sinais às empresas que investem na inovação e se capitalizam", reagiu.

Caldeira Cabral defendeu haver sinais do acerto das políticas do Governo.

"Os dados de emprego no terceiro trimestre são bastante positivos. Foram criados desde o início do ano mais de 100 mil postos de trabalho em Portugal, o que é um reforço importante", sublinhou, exemplificando ainda com a "quase duplicação das candidaturas aos fundos para investigação científica por parte das empresas".

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