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Vacinação, isolamento profilático e relatórios da DGS. Como vão ser os próximos meses?

Rita Sousa Vieira
Rita Sousa Vieira

Como vão ser os próximos meses?

O jornal Público convidou os seus leitores a colocar as suas dúvidas à diretora-geral da Saúde. A data não deixa de ser simbólica: o dia do regresso às aulas e o fim da obrigatoriedade do uso da máscara na via pública.

Da vacina contra a covid-19 à vacina da gripe, do isolamento profilático ao próximo inverno. Estes são os principais destaques da conversa com Graça Freitas, que considerou o combate à pandemia "o maior desafio da sua vida".

  • Portugal está "numa fase de transição epidemiológica". Isto é, a população portuguesa "já não está totalmente desprotegida em relação ao vírus". O que levará, "se não aparecer uma nova variante ou se a imunidade não tiver uma duração curta", a uma "redução do número de casos e do número de casos graves".
  • Meta dos 85% da população com a vacinação completa deve ser atingida "no final deste mês".
  • Alívio das medidas será "gradual" e vai depender do comportamento do vírus neste inverno. "Ainda não sabemos como é que este vírus se vai comportar no seu segundo inverno. Aprendemos com o primeiro inverno, mas não estávamos protegidos [vacinação]".
  • A DGS está a "avaliar" os critérios para o isolamento profilático de pessoas vacinadas e não vacinadas contra a covid-19. Graça Freitas confirmou ao Público que "essa é uma das medidas que vai ser tornada diferente". "Estamos neste momento a avaliar muito bem a questão das pessoas que ficam em isolamento profilático no sentido de distinguir quem tem um contacto com uma pessoa doente e está vacinado de uma pessoa que teve esse contacto e não está vacinada", disse.
  • Para haver uma mudança nos critérios para o isolamento profilático será necessária a conjugação de "três fatores muito importantes": a vacinação, a epidemia e a entrada no Inverno. A esses três fatores, Graça Freitas junta um quarto, que "é esperar que não apareça nenhuma variante com competência para substituir a Delta".
  • A dose de reforço da vacina contra a covid-19 já começou a ser administrada a pessoas imunodeprimidas. "É uma dose adicional, não é verdadeiramente uma terceira dose", sublinhou Graça Freitas.
  • Portugal comprou 2,2 milhões de doses da vacina da gripe que deverão começar a ser administradas a partir de dia 4 de outubro. A primeira fase de vacinação contra a gripe irá iniciar-se nos lares de idosos e estabelecimentos similares.
  • Nas próximas estações, "o foco vai tender a ser na doença propriamente dita e não tanto na infeção". Isto é, no número de casos.
  • A periodicidade do boletim epidemiológico da DGS, diária desde o início da pandemia, está também a ser "equacionada". Graça Freitas explicou que a alteração permitirá uma "desgraduação desta informação". "Queremos aumentar o intervalo desta publicação, sendo que sempre que acontecer alguma coisa inesperada comunicaremos", garantiu ao Público. "Vai chegar uma altura em que vamos libertar os portugueses desta carga que é recordar todos os dias quantos casos, quantos internamentos, porque isso também dá um peso à nossa vida".

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