Os Estados Unidos e o Reino Unido exigiram uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a lei da segurança nacional hoje aprovada por Pequim para Hong Kong, que terá lugar na sexta-feira, segundo fontes diplomáticas.
O Governo do Japão pediu hoje que Pequim mantenha um sistema "livre e aberto" em Hong Kong, preocupado com a aprovação pela Assembleia Nacional Popular da China da polémica lei de segurança nacional na região administrativa especial.
A Assembleia Popular Nacional (APN), órgão máximo legislativo da China, aprovou hoje, por maioria, a controversa proposta de lei de segurança nacional de Hong Kong, que provocou nova onda de protestos na região semiautónoma.
O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, notificou o Congresso de que a administração dirigida por Donald Trump já não considera Hong Kong autónomo da China continental.
Pelo menos 15 pessoas foram hoje detidas pela polícia de Hong Kong, que lançou gás lacrimogéneo para dispersar manifestantes, um dia antes do debate da polémica proposta de lei do hino.
O Presidente dos Estados Unidos disse na terça-feira que vai anunciar medidas "muito interessantes" até ao final da semana para responder ao controverso diploma da China que pretende contornar a autonomia de região administrativa especial de Hong Kong.
Hong Kong arrisca perder o seu estatuto financeiro internacional se a China impuser o projeto de lei sobre segurança no território semiautónomo, alertou hoje a Casa Branca.
Vários senadores norte-americanos querem aprovar rapidamente sanções contra responsáveis chineses na esperança de dissuadir Pequim de aprovar a controversa lei de segurança nacional em Hong Kong.
A líder de Hong Kong disse hoje que a lei de segurança nacional proposta pelo órgão legislativo da China não ameaça os direitos civis na região semiautónoma, apesar de críticos denunciarem perigos para a liberdade de expressão e reunião.
A polícia de Hong Kong elogiou hoje a lei da segurança nacional chinesa, horas depois de ter detido pelo menos 180 manifestantes que protestaram no domingo contra a legislação anunciada por Pequim.
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, defendeu hoje no parlamento a aplicação, sem demoras, da lei de segurança nacional em Hong Kong, enquanto milhares de ativistas pró-democracia protestavam contra a polícia nas ruas da ex-colónia britânica.
O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, condenou hoje a lei da segurança nacional que a China quer impor a Hong Kong, considerando-a "um golpe fatal" para a autonomia do território.
A chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, manifestou-se hoje pronta para "cooperar totalmente" com Pequim para fazer cumprir a lei de segurança nacional que o regime chinês pretende impor na região semiautónoma.
Ativistas pró-democracia de Hong Kong disseram hoje que a decisão da China de impor a lei de segurança nacional é um dos piores ataques à semi-autonomia do território e apelaram à realização de protestos nas ruas.
Novos confrontos ocorreram hoje no Conselho Legislativo de Hong Kong, o parlamento da região semiautónoma chinesa, com a maioria dos deputados pró-democracia a serem expulsos da sala pelos seguranças.
A polícia de choque de Hong Kong perseguiu hoje manifestantes pró-democracia em vários centros comerciais, no dia em que a população celebra o Dia da Mãe, disseram as autoridades.
O gabinete do Governo chinês encarregue dos assuntos de Hong Kong classificou hoje os manifestantes antigovernamentais da cidade como "vírus político" e alertou que Pequim não vai ficar "sentada a olhar" se os protestos violentos forem retomados.
A polícia de Hong Kong utilizou gás pimenta para dispersar mais de 100 manifestantes que se reuniram num centro comercial para cantar slogans pró-democráticos na sexta-feira.
Washington, 19 abr 2020 (Lusa)- O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, considerou no sábado "profundamente perturbadoras" as detenções de líderes do movimento pró-democracia em Hong Kong.
A polícia de Hong Kong deteve pelo menos 14 ativistas do movimento pró-democrático acusados pela organização de protestos não autorizados em 2019, avança a imprensa local de hoje.
Hong Kong vai proibir todos os não residentes de entrarem na região semiautónoma chinesa a partir de quarta-feira, disse hoje a chefe do Executivo local, como parte das medidas para tentar conter a propagação do novo coronavírus.
Hong Kong vai impor uma quarentena a todos os visitantes que entrem na cidade, a partir de quinta-feira, para prevenir a propagação do novo coronavírus, anunciou hoje em conferência de imprensa a chefe do Governo local.
O comendador António Oliveira Sales, que morreu na sexta-feira, era um nome máximo da “diáspora macaense” e “uma figura de destaque da comunidade portuguesa de Hong Kong”, disse hoje o presidente da Associação dos Macaenses (ADM).