O salário mínimo nacional vai mesmo subir para os 705 euros em janeiro próximo, anunciou hoje Mariana Vieira da Silva, após a aprovação, em Conselho de Ministros, da atualização do valor mínimo pago aos trabalhadores em 40 euros.
"A capacidade de transporte estará drasticamente limitada, não se podendo sequer falar em serviços mínimos", diz a Metro do Porto. Dois dias de greve, nesta sexta-feira e na próxima terça, vão deixar Porto sem metropolitano, informou esta quinta-feira a empresa.
As empresas que promovem ativamente a conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal adaptaram-se melhor à reorganização imposta pela pandemia, defendeu a secretária de Estado da Igualdade, assinalando a adesão de 17 novas entidades ao Pacto para a Conciliação.
A secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, acusou hoje o governo de "passar ao lado das grandes questões laborais" e de "dar a mão ao patronato", permitindo a "política de salários baixos" e o "crescimento da precariedade".
Milhares de manifestantes de todo o país participaram hoje, em Lisboa, na ação nacional convocada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) para exigir melhores condições laborais.
A coordenadora do BE criticou hoje que o governo não tenha mudado “as regras do jogo” da legislação laboral para que os salários sejam dignos em Portugal, considerando por isso normal que as pessoas saiam à rua para protestar.
O Governo e os parceiros sociais começam hoje a discutir na Concertação Social a atualização do salário mínimo nacional, que deverá passar dos atuais 665 euros para os 705 euros em janeiro do próximo ano.
A ministra da Administração Pública disse hoje que, "fruto do contexto político", o Governo apenas pode avançar com uma atualização salarial em linha com inflação e aumentar o salário mínimo, deixando de fora correções estruturais na tabela remuneratória.
As confederações patronais manifestaram-se hoje disponíveis para retomar a agenda de trabalhos da Concertação Social, nomeadamente a discussão do aumento do salário mínimo nacional (SMN) para 2022.
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, defendeu hoje, em Lisboa, que este é "o momento crucial" para definir novas regras sobre o trabalho, que equilibrem os interesses dos trabalhadores e dos empregadores.
O Estatuto dos Profissionais da Cultura foi apresentado esta semana aos representantes dos trabalhadores, depois de a versão final do documento ter sido aprovada, no dia 21 de outubro, em Conselho de Ministros.
Trabalhadores do Metro de Lisboa iniciam hoje uma greve às horas extraordinárias por 10 dias renováveis, contra o congelamento salarial, pela reposição de efetivos e pelas progressões na carreira, segundo a Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS).
O número de motoristas certificados das plataformas eletrónicas de transporte (TVDE) é agora, três anos depois da entrada em vigor da lei do setor, cinco vezes superior ao existente no final do período transitório de adaptação às novas regras.
Médicos, professores e administração pública decidem, para a semana, o futuro das várias greves marcadas para novembro. Para já, sabe-se que a CGTP e a Frente Comum mantêm quer a manifestação, quer a greve previstas.
Depois do fiasco de 2019, a WeWork conseguiu, na semana passada, entrar na Bolsa de Nova Iorque. Vamos relembrar o percurso da empresa e o que esperar do futuro pós-IPO na "Era do Trabalho Flexível".
A Associação Sindical do Pessoal Administrativo da Saúde convocou uma greve para 12 de novembro dos trabalhadores que exercem funções administrativas em estabelecimentos e organizações prestadoras de cuidados de saúde, em protesto contra a degradação das condições de trabalho.
Os trabalhadores do Metro de Lisboa cumprem hoje uma nova greve parcial, entre as 05:00 e as 09:30, dado que as negociações salariais com a empresa têm falhado, prevendo-se que o serviço seja retomado às 10:15.
O setor dos componentes automóveis em Portugal pode perder cerca de quatro mil postos de trabalho este ano, quatro vezes a perda de emprego verificada em 2020, avisa o presidente da Associação de Fornecedores da Indústria Automóvel (AFIA).
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, é ouvida hoje no parlamento pela Comissão de Orçamento e Finanças, no âmbito da apreciação, na generalidade, da proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).
Os trabalhadores da Dielmar vão concentrar-se na segunda-feira, à porta da Câmara de Castelo Branco e, na terça-feira, em frente ao Tribunal do Fundão, a exigir o pagamento dos salários de outubro.
Novo Estatuto do SNS, Agenda do Trabalho Digno e Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura foram os três diplomas aprovados pelo governo em Conselho de Ministros.
As propostas de alteração à legislação laboral, previstas no âmbito da Agenda do Trabalho Digno, voltam hoje à discussão na Concertação Social e deverão ser aprovadas no Conselho de Ministros de quinta-feira.
A percentagem de contratos a termo nos trabalhadores mais jovens "é muito maior" nas gerações mais recentes face às mais velhas, abrangendo mais de 60% dos nascidos na década de 90, segundo um estudo apresentado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
O primeiro-ministro afirmou hoje que o governo vai aprovar na próxima semana, em Conselho de Ministros, o pacote legislativo denominado “Agenda para o trabalho digno” e o novo Estatuto do Serviço Nacional de Saúde (SNS).