Cerca de 2.000 pessoas morreram na sequência do terramoto de magnitude 6,3 que atingiu no sábado a província de Herat, no oeste do Afeganistão, indicou hoje num novo balanço o Governo talibã.
O sismo de magnitude 6,3, que abalou hoje o oeste do Afeganistão, provocou a morte a pelo menos 14 pessoas e feriu outras 78, revelou o diretor de saúde pública da província de Herat, Mohammad Taleb Shahid.
Cinco sismos consecutivos, de magnitude até 6,3, abalaram durante a manhã de hoje o oeste do Afeganistão, não se registando, até ao momento, qualquer vítima ou dano material, informou o Instituto de Geofísica dos EUA (USGS).
O principal posto fronteiriço entre o Paquistão e o Afeganistão reabriu esta manhã, permitindo a passagem de veículos e peões, mais de uma semana após uma troca de tiros entre guardas dos dois países.
O Afeganistão converteu-se num grande produtor de metanfetamina, refere um relatório das Nações Unidas publicado hoje, alertando para o impacto que isso poderá causar no mercado internacional de droga e para a "ameaça" que este estupefaciente representa.
O ministro da Justiça talibã, Abdul Hakim Sharie, oficializou hoje a proibição de partidos políticos no Afeganistão, medida que os radicais islâmicos mantiveram na prática desde que tomaram o poder em 15 de agosto de 2021.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu à comunidade internacional que não esqueça a situação "profundamente preocupante" em que vivem os afegãos, dois anos depois dos talibãs chegarem ao poder no Afeganistão.
A Organização das Nações Unidas (ONU) vai apoiar escolas clandestinas para raparigas no Afeganistão e financiar educação 'online' para todas as meninas forçadas a abandonar o sistema educativo depois da primária, foi hoje revelado.
A ONU alertou para a possibilidade de mais cortes no apoio à população afegã, devido a falta de fundos, indicando que apenas 23% do necessário para cobrir o plano da organização foi recebido.
O líder dos talibãs assegurou hoje que a situação no país melhorou a todos os níveis desde o regresso da organização ao poder, especialmente no plano económico, e que as mulheres vivem "mais confortavelmente".
Um relatório da ONU, divulgado hoje, pediu ao Governo afegão que ponha fim às execuções públicas, criticando ainda a realização de apedrejamentos e açoitamentos em público desde que os talibãs subiram ao poder no país.
Um relatório do Governo norte-americano sobre a caótica retirada das suas tropas do Afeganistão em 2021 culpabiliza maioritariamente o ex-presidente Donald Trump, advogando que as decisões deste "limitaram severamente" o atual chefe de Estado, Joe Biden.
Pelo menos 11 pessoas morreram na sequência do sismo que atingiu esta terça-feira o Paquistão e o Afeganistão, informaram as autoridades dos dois países.
Um forte sismo, com uma magnitude de 6,5 na escala de Richter, abalou hoje durante cerca de 30 segundos o Paquistão e o Afeganistão, indicou o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS).
O regime Talibã proibiu a venda de métodos contraceptivos, acusando o planeamento familiar e a medicina anticoncepcional de ser uma "conspiração ocidental" de controlo da população muçulmana.
Os talibãs proibiram hoje as estudantes afegãs de se apresentarem a provas de acesso à universidade, um mês depois de ter sido vetada a educação superior feminina no Afeganistão.
O número de mortos devido às inundações repentinas e à pior onda de frio em décadas no Afeganistão, que atingiu o país nas últimas duas semanas, subiu hoje para 158, avançaram à EFE as autoridades talibãs.
A organização não-governamental (ONG) Save The Children anunciou hoje a retomada das suas atividades humanitárias em várias zonas do Afeganistão, onde as autoridades talibãs decidiram levantar parcialmente o veto contra as suas funcionárias.
O representante das Nações Unidas (ONU) para o Afeganistão, Markus Potzel, encontrou-se com o ministro dos Talibãs para a Propagação da Virtude e Prevenção do Vício, Mohamed Khalid Hanafi, e pediu o levantamento do veto à educação das mulheres.
A ONU anunciou hoje a suspensão temporária de vários programas de ajuda no Afeganistão devido à falta de pessoal feminino, depois de os talibãs terem proibido as mulheres de trabalhar em organizações não-governamentais (ONG).
O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, condenou hoje o aumento das restrições dos direitos das mulheres no Afeganistão, pedindo ao regime talibã a sua reversão imediata.
Três agências de ajuda estrangeiras suspenderam hoje as operações no Afeganistão na sequência da decisão do governo dos talibãs de proibir as mulheres de trabalharem em organizações não-governamentais (ONG) internacionais e locais.
O secretário de Estado norte-americano Antony Blinken alertou hoje para as consequências "devastadoras" para o Afeganistão da proibição talibã de as mulheres trabalharem em ONG.