A Bielorrússia manifestou hoje disposição para estabelecer um "diálogo construtivo" com o estrangeiro sobre as recentes eleições presidenciais e a contestação reprimida pelas autoridades, disse a diplomacia de Minsk.
A candidata da oposição às presidênciais na Bielorrússia, Svetlana Tikhanovskaia, apelou hoje à realização de "massivas manifestações pacíficas" em todo o país durante o fim de semana.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia realizam hoje uma reunião extraordinária, por videoconferência, na qual discutirão a estratégia comum de resposta à repressão violenta das manifestações na Bielorrússia após as eleições presidenciais de domingo.
As autoridades da Bielorrússia libertaram mais de mil pessoas que estavam detidas devido às manifestações contra a reeleição do Presidente do país, Alexander Lukashenko, anunciou hoje o presidente do Senado.
O chefe da diplomacia norte-americana, Mike Pompeo, apelou à cooperação entre Washington e Bruxelas para resolver a crise política na Bielorrússia, desde a reeleição, no domingo, do Presidente Alexander Lukashenko, contestado pela oposição que denuncia fraudes.
Centenas de pessoas voltaram hoje às ruas na Bielorrússia pelo quinto dia consecutivo para protestar contra as eleições de domingo, que alegam ter sido fraudulentas, enquanto o Governo anunciou ter detido mais 700 pessoas na quarta-feira.
A escritora Svetlana Alexievitch, a única bielorrussa distinguida com um prémio Nobel, acusou na quarta-feira o Presidente Alexandre Lukashenko de conduzir o seu país para "a guerra civil", em pleno movimento de contestação violentamente reprimido.
Dezenas de pessoas juntaram-se hoje na Praça do Rossio, centro de Lisboa, em solidariedade para com os manifestantes anti-regime na Bielorrússia e pedindo o apoio da União Europeia (UE) na luta contra o Presidente do país, Alexander Lukashenko.
A Polícia bielorrussa anunciou hoje ter disparado com armas de fogo sobre os manifestantes que protestavam na terça-feira contra os resultados das presidenciais no sul do país, tendo admitido que os disparos fizeram um ferido.
O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, anunciou hoje a realização de uma reunião extraordinária de ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia na próxima sexta-feira, para discutir questões "urgentes", como a situação na Bielorrússia.
Mais de duas mil pessoas foram detidas na segunda noite de manifestações de protesto na Bielorrússia contra os resultados das eleições presidenciais, disseram hoje fontes oficiais.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Letónia, Estónia, Finlândia e Polónia concordaram hoje com a marcação de uma reunião urgente com os parceiros da União Europeia sobre a crise na Bielorrússia.
A candidata presidencial da oposição da Bielorrússia, Svetlana Tikhanovskaia, que contesta a reeleição de Alexandre Loukachenko, refugiou-se na Lituânia, disse hoje à France Presse o governo de Vilnius.
Dezenas de pessoas foram hoje detidas na Bielorrússia em nova jornada de manifestações devido à reeleição polémica do Presidente daquele país, Alexander Lukashenko, que a oposição acusa ser uma fraude.
Cerca de três mil manifestantes antigovernamentais foram detidos e dezenas ficaram feridos nos protestos de domingo após a divulgação dos resultados oficiais das presidenciais da Bielorrússia, disse hoje o governo.
A União Europeia (UE) reclamou hoje a contagem "precisa" dos votos nas eleições presidenciais de domingo na Bielorrússia e, condenando a “violência estatal desproporcional e inaceitável”, exigiu a libertação imediata dos manifestantes detidos.
O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, deplorou hoje a violência contra os manifestantes que contestam os resultados das eleições presidenciais de domingo na Bielorrússia, sublinhando que a liberdade de expressão deve ser defendida.
Um homem morreu e dezenas de pessoas ficaram feridas durante as manifestações em Minsk, no domingo à noite, em protesto contra o resultado anunciado das eleições presidenciais na Bielorrússia, que ditou a vitória do atual presidente, Alexander Lukashenko.
O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, venceu as eleições presidenciais com 80,23% dos votos, anunciou hoje a agência de notícias estatal Belta, no dia seguinte ao escrutínio marcado por violência e acusações de fraude.
As autoridades terão garantido o "controlo da situação" na Bielorrússia, onde manifestações não autorizadas foram violentamente dispersas após uma eleição presidencial muito tensa que decorreu no domingo, indicou a agência noticiosa oficial Belta.
A candidata da oposição às presidenciais na Bielorrússia considerou hoje que é apoiada pela "maioria" dos cidadãos, ao referir não acreditar nas projeções oficiais que fornecem larga vantagem ao Presidente Alexander Lukashenko.
O chefe de Estado cessante da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, foi reeleito para um sexto mandato ao vencer as presidenciais de hoje no país com 79,7% dos votos, segundo as sondagens oficiais feitas à boca das urnas.
A candidata da oposição bielorrussa Svetlana Tikhanovskaïa apelou hoje a um escrutínio honesto, após uma campanha marcada pela ascensão surpresa desta rival do Presidente cessante Alexandre Lukachenko e uma vaga de repressão.
O chefe de Estado cessante da Bielorrússia, Alexandre Lukachenko, prometeu hoje não perder o controlo da situação, após votar nas eleições presidenciais, que às 12:00 locais (10:00 em Lisboa) contavam com uma participação de 50,3%.