O país vai às urnas pela quarta vez no espaço de cinco anos e meio. A crise política que se instalou no país remete os tempos atuais à Primeira República, onde muitas vezes, os Governos não duravam um ano. Ainda assim, nem na Primeira República de Portugal convocou este número de eleições num tão cu
Depois de uma tarde perturbado abriu-se um novo ciclo político e à terceira moção o país vai mesmo a eleições. Menos de um ano depois da tomada de posse, entre acusações assim se reage à queda do Governo.
A Comissão Europeia garantiu hoje que a crise política em Portugal “não tem quaisquer implicações diretas” na execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), por os compromissos serem assumidos pelo país e não pelo atual Governo.
A Assembleia da República chumbou hoje a moção de confiança apresentada pelo Governo, provocando a sua demissão.
Votaram contra a moção de confiança o PS, Chega, BE, PCP, Livre e deputada única do PAN, Inês Sousa Real. A favor estiveram o PSD, CDS-PP e a Iniciativa Liberal. O resumo de uma tarde de
A Assembleia da República debate e vota hoje a moção de confiança ao Governo, com chumbo anunciado e que ditará a demissão do executivo, apenas um ano e um dia após a vitória da AD nas legislativas antecipadas.
O PS entregou hoje uma proposta para constituir uma comissão parlamentar de inquérito potestativa para avaliar o cumprimento das regras por parte do primeiro-ministro, Luís Montenegro, na sequência do caso da empresa familiar.
O presidente da Assembleia da Republica, José Pedro Aguiar Branco, disse hoje em Matosinhos acreditar que moção de confiança do Governo seja aprovada, em nome do "interesse nacional".
O ex-chefe da Armada Gouveia e Melo escusou-se hoje a comentar soluções para atual crise política, salientando que são os atores políticos que têm responsabilidade de a resolver de “forma urgente”, para que seja recuperada a estabilidade.
O primeiro-ministro aludiu hoje à sua continuidade à frente do PSD e do Governo se houver eleições antecipadas na sequência da moção de confiança ao executivo, referindo que a situação “não vai sofrer alterações”.
O Conselho de Ministros reuniu-se por via eletrónica hoje de manhã e já aprovou o texto da moção de confiança que será entregue no parlamento, anunciou o Governo.
A coordenadora do Bloco de Esquerda afirmou hoje que o primeiro-ministro confessou incompatibilidades ao passar a gestão da empresa familiar Spinumviva para os filhos e garantiu que o Bloco votará contra uma eventual moção de confiança apresentada pelo Governo.
O líder do Partido Socialista (PS) afirma que o partido da oposição não vai viabilizar uma moção de confiança e exige que o primeiro-ministro responda às questões que o país "tem direito a fazer".
Na declaração ao país, Montenegro apelou a que Insta os partidos depois de saberem todos os factos deixassem o Governo trabalhar. Caso isso não acontecesse deixou no ar a possibilidade de uma moção de confiança.
O Conselho Nacional de Jurisdição (CNJ) do CDS-PP decidiu hoje que a moção de confiança à Comissão Política Nacional submetida ao Conselho Nacional de sábado, será votada por voto secreto, dando razão à distrital de Lisboa.
O deputado do CDS-PP Pedro Mota Soares encerrou hoje o debate, na Assembleia da República, da moção de censura a questionar por que motivo o Governo “não apresenta uma moção de confiança”.
O vice-presidente do PSD Salvador Malheiro disse esta sexta-feira que o partido saiu do Conselho Nacional Extraordinário a “rumar para o mesmo lado” e “mobilizado” para enfrentar as eleições este ano, constituindo-se como “a alternativa” ao PS nas legislativas.
O presidente do PSD, Rui Rio, apelou hoje a que a moção de confiança à sua direção seja decidida por voto secreto, conforme foi pedido por um requerimento apresentado por apoiantes de Luís Montenegro.
O líder parlamentar do PSD, Fernando Negrão, defendeu hoje que para resolver a crise interna do partido rapidamente é preciso "apostar na direção atual”, permitindo que “mostre aquilo que tem para fazer".
A Mesa do Conselho Nacional do PSD vai voltar a reunir-se para analisar quatro requerimentos sobre a votação da moção de confiança a Rio, três dos quais pedem que seja de braço no ar e um por método secreto.
O líder do PSD-Lisboa anunciou hoje que apresentou um recurso ao Conselho de Jurisdição do partido para que se pronuncie sobre o requerimento que pede o voto secreto da moção de confiança a Rui Rio, antes de haver decisão.
O vice-presidente do PSD Morais Sarmento disse hoje estar convencido de que a moção de confiança à direção social-democrata passará sem dificuldades, defendendo que, depois, a vida do partido será de maior empenhamento numa alternativa ao Governo.
A aliança italiana da formação antissistema Movimento 5 Estrelas e da Liga, de extrema-direita, venceu hoje uma moção de confiança na câmara alta do parlamento de Itália, um passo fundamental para lançar o primeiro Governo populista da Europa Ocidental.