O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, e o seu homólogo chinês, Wang Yi, falaram hoje sobre a situação da guerra na Ucrânia, durante um telefonema em que Washington mais uma vez pressionou Pequim a ser mais crítica com a Rússia.
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse hoje que as sanções impostas pelo Ocidente ao seu país como resposta à invasão da Ucrânia são "como uma declaração de guerra".
As estações televisivas norte-americanas CNN e Bloomberg vão suspender as emissões a partir da Rússia, tal como a CBC/Radio-Canada, na sequência da nova lei russa que impõe penas até 15 anos aos media.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, "vai propor nas próximas horas [...] medidas concretas para garantir" a segurança das cinco centrais nucleares na Ucrânia, encontrando-se "extremamente preocupado com os riscos" da invasão russa, foi hoje anunciado.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, lamentou nesta sexta-feira a decisão "deliberada" da NATO de não estabelecer uma zona de exclusão aérea na Ucrânia, apesar da invasão russa.
Os ministros da Justiça da União Europeia (UE) decidiram hoje deixar de analisar pedidos de extradição em matéria penal provenientes da Rússia e da Bielorrússia, anunciou o ministro francês, Eric Dupond-Moretti, em Bruxelas.
Os Estados Unidos condenaram hoje no Conselho de Segurança da ONU o ataque russo à central nuclear ucraniana de Zaporizhzhia, classificando-o como "uma enorme ameaça para toda a Europa e o mundo", enquanto a Rússia rejeitou qualquer responsabilidade.
Centenas de pessoas estiveram hoje em frente das embaixada dos Estados Unidos e da França em Lisboa, em protesto contra a invasão da Ucrânia pela Rússia, uma ação replicada junto de várias embaixadas que os organizadores querem ver noutras cidades europeias.
A Polónia já acolheu mais de 700 mil refugiados da invasão russa da Ucrânia, podendo os cidadãos ucranianos usufruir de transporte ferroviário gratuito, segundo a Embaixada polaca em Portugal.
A Web Summit anunciou hoje a decisão de proibir todos os membros e agências governamentais, media controlados pelo Estado e empresas com vínculos ao Governo russo de participar na cimeira tecnológica, na sequência da guerra contra a Ucrânia.
Milhares de internautas ficaram sem internet em França e noutras partes da Europa devido a um provável ciberataque a uma rede de satélites, ocorrido no início da ofensiva russa na Ucrânia, há uma semana.
O selecionador russo pediu hoje que a ofensiva militar em curso na Ucrânia, que dura há mais de uma semana, "chegue ao fim e parem de morrer pessoas", e espera ainda que o futebol possa continuar no país.
Quase 1.500 pessoas pediram proteção temporária a Portugal desde o início da invasão russa à Ucrânia, revelou hoje à agência Lusa o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
"Tomou-se a decisão de bloquear o acesso ao Facebook", informou o Roskomnadzo, a entidade reguladora da comunicação da Rússia, no Telegram. Entretanto, a agência de notícias russa já fez saber que o Twitter está inacessível. Portal aponta que Youtube também foi interditado no país.
O presidente russo, Vladimir Putin, assinou hoje uma lei que estabelece penas de prisão severas para quem publicar "notícias falsas" sobre as Forças Armadas, na linha de frente da invasão da Ucrânia pela Rússia. Novo diploma já levou o jornal independente russo Novaïa Gazeta anunciar a remoção de co
Os ataques a centrais nucleares, como o realizado pelas forças russas à unidade ucraniana de Zaporiyia, são contra as normas internacionais e uma grande irresponsabilidade, condenou hoje a responsável dos Assuntos Políticos da ONU, Rosemary DiCarlo.
Quarenta e sete pessoas morreram nos bombardeamentos russos na quinta-feira à cidade ucraniana de Chernihiv, no norte do país, segundo o último balanço oficial das autoridades regionais.
Os Estados Unidos já entregaram mais de dois terços das armas prometidas à Ucrânia, que está a fazer uso efetivo delas para atrasar o avanço das forças russas, disse hoje uma fonte do Pentágono.
A presidente da Comissão Europeia disse hoje que a União Europeia (UE) está "realmente preocupada" com a "catástrofe humanitária" e "a destruição" causada pela invasão russa da Ucrânia, falando numa "destruição não vista desde o século passado".
A emissora pública britânica BBC anunciou na sexta-feira que suspendeu o trabalho dos seus jornalistas na Rússia depois do parlamento de Moscovo ter apresentado uma legislação que prevê penas severas para a publicação de "informações falsas" sobre a invasão da Ucrânia.
O secretário de Estado dos EUA, Anthony Blinken, disse hoje que permitir que o presidente russo, Vladimir Putin, viole impunemente os princípios comuns estabelecidos depois das guerras mundiais irá abrir "uma caixa de Pandora" de riscos para o mundo.
Nove dias depois da invasão da Ucrânia, Putin ameaça agora os países vizinhos. Antes já tinha avisado a Suécia e a Finlândia. Uma escalada da guerra pode ser trágica, mas a Rússia está cada vez mais isolada. E como seria se tivéssemos um exército europeu?
O exército russo usou em Kharkiv, cidade no leste da Ucrânia, armas de fragmentação, indiscriminadamente letais para a população civil e cuja utilização pode constituir um crie de guerra, disse hoje a ONG Human Rights Watch (HRW).
O presidente russo Vladimir Putin, disse em conversa com o chanceler alemão Olaf Scholz que um diálogo de paz com a Ucrânia só será possível se "todas as exigências russas" forem aceites.