O que temos de saber:

O que devemos saber:

  • Que temos de ser pacientes, connosco e com os outros. Não, não tem de estar sempre otimista. Sente que esta pandemia lhe tirou alguma coisa, mas não sabem bem explicar quê? Esta conversa pode ajudar a colocar muito do que tem sentido em perspetiva.
  • Este é, sem dúvida, um momento de enorme pressão sobre as famílias, pelo que a preocupação é grande quando se fala de violência doméstica. O número de pedidos de apoio têm diminuído, mas talvez seja cedo para tirar conclusões sobre o porquê. No entanto, a ajuda continua a existir — e muitas vezes pode partir da própria família, um/a tio/a, um primo/a, alguém disposto a acolher. E quando se fala em violência doméstica não se pode esquecer os mais novos — a Linha SOS Criança continua disponível e como diz Manuel Coutinho, cabe-nos a todos estar atentos porque "é melhor agirmos e não ser nada do que ficarmos comodamente à espera e a informação [de um caso de violência] vir a confirmar-se, às vezes tarde de mais".
  • Que não podemos deixar ninguém para trás. O que pedem os sem-abrigo? Que não sejam esquecidos neste período de isolamento social em que a cidade se fechou em si mesma. É por isso que a Comunidade Vida e Paz mantém o seu trabalho de rua e foi por isso que o Miguel Morgado subiu a bordo da carrinha C — para ver, conversar e contar-nos tudo, as histórias, os rostos, as preocupações de quem ajuda e de quem é ajudado.

O que queremos saber:

  • Que o Branko faz 40 anos hoje e nos vai presentear a todos com um concerto. A Rita Sousa Vieira falou com ele, leia tudo aqui;

O meu nome é Inês F. Alves e hoje o dia foi assim.

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