A senadora norte-americana Marsha Blackburn chegou hoje a Taiwan, naquela que é a terceira visita de políticos dos EUA no espaço de um mês, alimentando o clima de tensão entre a ilha autogovernada e a China.
Taiwan viveu uma onda de desinformação digital no período dos exercícios militares da China ao redor da ilha, com o objetivo de minar as credenciais democráticas do território e promover a versão de Pequim.
O exército chinês anunciou que realizou hoje manobras militares no espaço aéreo e marítimo em torno de Taiwan em resposta à visita de cinco congressistas norte-americanos à ilha.
Um total de 22 aviões e seis navios militares chineses fizeram incursões em áreas à volta de Taiwan no domingo, informou hoje o Ministério da Defesa da ilha.
Aviões das forças aéreas da Tailândia e da China, incluindo caças e bombardeiros, participaram hoje em exercícios militares conjuntos no nordeste da Tailândia, num contexto de tensão na região devido a Taiwan.
A China anunciou hoje sanções contra a vice-ministra dos Transportes e Comunicações lituana e a suspensão da cooperação com a Lituânia nessas áreas, após Agne Vaiciukeviciute ter visitado Taiwan esta semana.
Milhares de soldados da Indonésia, Estados Unidos e aliados participaram em manobras militares utilizando fogo real. Um general americano qualificou a atividade como trabalho regional de prevenção ao conflito, após as operações da China em Taiwan.
O Exército de Libertação Popular (ELP) "vai organizar patrulhas regulares de combate" nas águas ao redor de Taiwan, anunciou um porta-voz do exército chinês, citado hoje pela imprensa estatal.
A presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, afirmou hoje que os norte-americanos não vão permitir que a China isole Taiwan, na sua primeira conferência de imprensa após visitar aquela ilha na semana passada.
A China deu por terminados seis dias ininterruptos de exercícios, que incluíram o uso de fogo real e o lançamento de mísseis, anunciaram hoje as Forças Armadas chinesas.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, admitiu hoje estar preocupado com as manobras militares que a China tem realizado em torno de Taiwan, mas acredita que Pequim não vá mais longe.
A indignação da China pela visita da congressista americana Nancy Pelosi a Taiwan despertou o fervor nacionalista de alguns internautas chineses, mas as opiniões nas ruas são mais variadas.
Exercícios iniciaram-se na quinta-feira como retaliação pela visita à ilha da presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi.
Taiwan voltou hoje a denunciar o exército chinês por simulações de ataques à ilha, naquele que deverá ser o último dia de manobras militares organizadas por Pequim em represália pela visita a Taipé da líder do Congresso norte-americano.
Taipé denunciou hoje que os navios e aviões militares chineses voltaram a atravessar a linha média do Estreito de Taiwan num "possível ataque simulado" como parte dos exercícios anunciados por Pequim.
Alguns dos projéteis chegaram mesmo a sobrevoar a ilha durante as manobras militares executadas por Pequim em resposta à visita a Taipé da presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi
A líder da maioria democrática na Câmara dos Representantes aterrou esta semana em Taiwan, não se sabe exactamente com que objectivo, e os resultados são imprevisíveis.
A presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, disse esta sexta-feira que os Estados Unidos "não permitirão" que a China isole Taiwan, depois da sua visita à ilha que enfureceu Pequim.
O ministro da Defesa japonês, Nobuo Kishi, declarou, em Tóquio, que vários dos mísseis balísticos disparados hoje pela China terão caído pela primeira vez na Zona Económica Exclusiva (ZEE) do Japão.