O SOS Racismo acusou hoje o Chega de ser um partido que "promove ativamente o racismo e a xenofobia", postura contrária à manifestação promovida no sábado pelo líder desta formação, André Ventura, "querendo negar o racismo".
A PSP identificou duas pessoas por comportamentos inadequados contra os manifestantes que hoje à tarde participaram numa ação do Chega sob o lema “Portugal não é racista” e que reuniu cerca de 1.200 portugueses, segundo aquela polícia.
O líder do Chega, André Ventura, prometeu hoje voltar em breve à rua, substituindo a "direita tradicional" no combate ao domínio da esquerda, contra os "políticos elitistas" e contra "as minorias que não querem fazer nada".
Centenas de pessoas participam hoje em Lisboa numa manifestação promovida pelo Chega, alegando que não há racismo em Portugal e também para apoiar as forças de segurança, no dia em que um estudo revela que a maioria dos portugueses tem opiniões racistas.
A Direção Nacional do Chega classificou hoje como "violação grosseira de ética política" a indicação do ex-ministro Mário Centeno para governador do Banco de Portugal e estranhou uma “repentina mudança de posição do PSD”.
O Chega apresentou hoje “cerca de 17 propostas” de alteração ao Orçamento Suplementar na especialidade, entre as quais que eventuais injeções de capital na TAP tenham de ser aprovadas pela Assembleia da República.
O Chega vai manter a manifestação agendada para sábado e estima que poderá juntar cerca de 1.500 pessoas que defendem que Portugal não é racista, ainda que em Lisboa tenham sido decretadas restrições a ajuntamentos devido à pandemia.
O PEV, o Chega e Iniciativa Liberal dividiram-se hoje quanto à situação atual da pandemia no país, entre a necessidade de uma maior sensibilização das populações, mais ação das autoridades e a aposta na testagem de mais pessoas.
O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que "Portugal não aguenta voltar atrás no desconfinamento" e que isso "pode ser triplamente trágico", embora ressalvando que "a saúde está sempre em primeiro lugar".
O presidente do Chega, André Ventura, afirmou hoje que a manifestação que está a promover para sábado "é de tudo menos de supremacia branca" e que não estará ao lado de quem defende essa ideologia.
O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, recusa aderir a “manifestações esdrúxulas” como a promovida pelo Chega porque Portugal “não é um país racista”, considerando que o partido de André Ventura caiu “numa armadilha provocada pela extrema-esquerda”.
A Assembleia da República rejeitou hoje a proposta do Chega de criação de uma comissão de inquérito parlamentar para analisar os procedimentos de contratos de aquisição por ajuste direto de equipamentos de proteção individual contra a covid-19.
O deputado único do Chega na Assembleia da República e dirigente do partido, André Ventura, vai votar hoje contra o Orçamento Suplementar na generalidade, uma vez que considera que o documento é "absolutamente irrealista".
O deputado único do Chega quer que quem vandalizar um monumento público que simbolize “feitos, símbolos ou figuras de reconhecido valor ou significado histórico” possa ser punido com pena de prisão até cinco anos.
O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que a esquerda política tem medo do seu partido porque este "chega ao seu eleitorado" típico, nomeadamente os trabalhadores e defensores dos direitos dos animais.
O deputado único do Chega perguntou hoje ao Governo que medidas prevê para "reprimir e prevenir" atos de vandalismo a estátuas e monumentos, questionando se está disponível para criar uma "equipa policial especial" para lidar com este fenómeno.
O deputado único do Chega, André Ventura, reiterou hoje que não existe racismo estrutural em Portugal e considerou que “é um fantasma” usado para esconder “vários casos de corrupção”, numa intervenção que contou com várias críticas à comunidade cigana.
O Bloco de Esquerda defendeu hoje que as manifestações de sábado contra o racismo foram "ordeiras e pacíficas", apesar de admitir que o número de pessoas foi "muito superior" ao previsto pela organização.
O deputado do Chega considerou hoje uma "vergonha nacional" a imagem das "manifestações associadas à esquerda" do fim de semana e criticou a "dualidade de critérios" do Governo a "proibir eventos públicos" devido à pandemia de covid-19.
O Chega está à procura de estabelecer relações além fronteiras. Apesar da pandemia ter obrigado a uma alteração de planos, a integração no grupo do Parlamento Europeu Identidade e Democracia está só à espera de cumprir formalidades. À procura de apoios do outro lado do oceano Atlântico, André Ventur
A discussão de um parecer sobre um projeto do Chega que extingue a comissão para a igualdade e contra a discriminação racial abriu um debate acalorado em que Isabel Moreira (PS) chamou racista a André Ventura.
O deputado do Chega entregou no parlamento um projeto de lei para que os titulares e ex-titulares de órgãos de soberania fiquem “vitaliciamente impedidos de exercer quaisquer cargos ou funções” em empresas com as quais tenham negociado.
O presidente do centristas lembrou hoje que o CDS-PP tem cinco deputados no parlamento e o Chega, de André Ventura, apenas um, reiterando que as oportunidades de entendimento entre partidos devem ser iguais à esquerda e à direita.
O líder do Chega, André Ventura, considerou hoje que a situação da covid-19 na região de Lisboa e Vale do Tejo é “particularmente complexa”, devido ao aumento de casos, e defendeu que “não terá uma solução fácil”.