A polícia de Hong Kong, na China, deteve hoje mais pessoas durante os protestos organizados por manifestantes pró-democracia que, contudo, têm registado uma adesão inferior à do último fim de semana.
Os protestos em Hong Kong, na China, continuam a decorrer, mas agora com uma menor adesão face às manifestações não autorizadas que foram realizadas nas últimas semanas, foi hoje anunciado.
Quase um terço dos manifestantes detidos em Hong Kong durante os protestos que ocorrem na cidade há quatro meses tem menos de 18 anos, informou o Departamento de Segurança do Governo de Hong Kong.
A gigante tecnológica norte-americana Apple removeu hoje da sua loja 'online' uma aplicação para 'smartphone', após críticas da China, que permitia aos ativistas de Hong Kong seguir os movimentos da polícia.
A Apple tornou-se hoje a mais recente empresa a ser criticada pela imprensa oficial chinesa no âmbito dos protestos em Hong Kong, por permitir na sua loja uma aplicação que difunde coordenadas da polícia durante as manifestações.
A Liga Norte-Americana da Basquetebol (NBA) garantiu hoje, em comunicado, que não irá impor limites à liberdade de expressão de jogadores, funcionários e proprietários de clubes no que respeita aos protestos em Hong Kong.
A televisão estatal chinesa suspendeu a difusão de jogos da liga norte-americana de basquetebol NBA, após um comissário ter defendido o direito à liberdade de expressão do diretor de uma das equipas que apoiou os protestos em Hong Kong.
A líder de Hong Kong, Carrie Lam, admitiu hoje que os militares chineses podem vir a intervir no território se a violência dos protestos piorar, mas reiterou que o Governo ainda espera resolver a crise.
Dezenas de milhares de manifestantes desafiaram hoje a proibição do uso de máscaras em protestos no centro de Hong Kong, após um tribunal ter rejeitado uma tentativa de anular esta interdição, decretada pela chefe do executivo do território.
Numa semana, Macau recusou a entrada de um pró-democrata de Hong Kong, proibiu uma manifestação contra a brutalidade policial no território vizinho e deteve dois jovens que colavam cartazes de apoio aos protestos na ex-colónia britânica.
A chefe do Governo de Hong Kong condenou hoje a violência cometida na véspera por grupos de manifestantes, que vandalizaram estabelecimentos comerciais e estações de metro, garantindo que a população está assustada.
Milhares de pessoas tomaram hoje as ruas de Hong Kong para protestar contra a aprovação de uma lei de emergência que proíbe, a partir de sábado, o uso de máscaras com as quais os manifestantes escondem a sua identidade.
A organização não-governamental Human Rights Watch (HRW) condenou hoje o assédio e a detenção de ativistas no interior da China que expressam pacificamente apoio aos protestos pró-democracia em Hong Kong.
Um grupo de cidadãos de Hong Kong enviou uma carta subscrita por 4.500 pessoas, à chefe do Governo na qual se exige uma investigação “ao abuso de direitos humanos básicos das crianças” durante os protestos pró-democracia.
A polícia de Hong Kong informou hoje que serão apresentadas acusações criminais contra o estudante de 18 anos que foi alvejado pelas forças de segurança na tarde de protestos pró-democracia na terça-feira.
As autoridades de Hong Kong reconheceram hoje estar perante um nível de violência muito elevado por parte dos manifestantes, para justificar a sua reação de força, usando balas reais, segundo a Imprensa.
A União Europeia (UE) reiterou hoje, dia do 70.º aniversário da China e em que se assiste à escalada de tensões em Hong Kong, que “o único caminho a seguir” é do diálogo e da contenção da violência.
Um jovem manifestante foi hoje atingido no peito por uma bala disparada pela polícia de Hong Kong, segundo a imprensa local, numa tarde marcada pelo caos e violência na cidade, no Dia Nacional da China.
A polícia de Hong Kong acusou hoje os manifestantes de usarem um líquido corrosivo que queimou a pele de agentes e jornalistas e informou ter efetuado disparos de aviso, com os confrontos a provocarem o caos na cidade.
A polícia de Hong Kong e manifestantes pró-democracia envolveram-se hoje em confrontos nos distritos mais próximos da fronteira com a China interior, noticiam os ‘media’ locais, com as imagens dos incidentes a multiplicarem-se nas redes sociais.
Milhares de pessoas, vestidas de preto, em ‘luto’ pela erosão das liberdades em Hong Kong, saíram hoje às ruas apesar da proibição policial, de estradas bloqueadas e de estações de metropolitano fechadas, dificultando o acesso ao centro da cidade.
O Presidente chinês, Xi Jinping, prometeu hoje continuar a respeitar a autonomia de Hong Kong, numa altura em que a cidade é palco de protestos pró-democracia, que ameaçam intensificar-se durante a celebração do Dia Nacional da China.
As autoridades de Hong Kong indeferiram hoje o recurso apresentado pelo movimento que convocara uma grande manifestação pró-democracia para esta terça-feira, quando se assinala o Dia Nacional da China, indicou à Lusa a porta-voz da organização.
Dezenas de milhares de pessoas participaram hoje, pelo segundo dia consecutivo, em manifestações não autorizadas em Hong Kong, marcadas por confrontos com a polícia, que utilizou canhões de água azul para identificar os manifestantes, gás lacrimogéneo, cargas e detenções.