Os protestos pró-democracia continuam em Hong Kong, com apelos ao boicote de aulas universitárias e a uma greve geral hoje e terça-feira, após um fim de semana violento, registando-se já quase 900 detidos desde junho.
Pelo menos 40 pessoas foram detidas em Hong Kong na sequência de protestos não autorizados, durante os quais 31 pessoas ficaram feridas, cinco em estado grave, informaram hoje as autoridades.
Cerca de um milhar de manifestantes antigovernamentais que protestou junto à sede do Governo de Hong Kong abandonou o local pelas 19:00 (12:00 em Lisboa), após confrontos com a polícia, que tinha proibido a iniciativa.
À frente do protesto ‘religioso’ de hoje em Hong Kong, há um manifestante que se destaca entre os demais. Intitula-se Moisés e exibe num cartaz os “cinco mandamentos” do movimento pró-democracia.
Milhares de manifestantes desfilam hoje nas ruas de Hong Kong, num claro desafio à proibição de um protesto decretado pelas autoridades, no dia em que se assinalam cinco anos em que a China recusou o sufrágio universal no território.
O movimento pró-democracia que tem liderado os maiores protestos em Hong Kong convocou hoje a população a “espalhar a luz da democracia por todos os cantos” do território, numa resposta à proibição do protesto agendado para hoje.
O Governo português indicou hoje estar a acompanhar “com especial atenção” a onda de protestos em Hong Kong, desde logo por temer que as tensões cheguem a Macau, e adiantou não haver, para já, cidadãos nacionais afetados.
A chefe da diplomacia europeia afirmou hoje que a situação em Hong Kong "é extremamente preocupante" para a União Europeia (UE), e apelou às autoridades que respeitem a liberdade de expressão e as manifestações pacíficas.
Os ativistas políticos Joshua Wong e Agnes Chow foram hoje libertados e prometeram continuar a luta pela democracia em Hong Kong, depois de serem detidos e acusados de incitamento à participação num protesto não autorizado em junho.
O movimento que tem liderado desde junho os maiores protestos em Hong Kong cancelou hoje a manifestação e a marcha previstas para sábado, após perder o recurso contra a decisão da polícia de proibir as iniciativas.
A polícia de Hong Kong confirmou hoje a detenção de Joshua Wong e Agnes Chow, dois líderes pró-democracia do território, noticiou o jornal South China Morning Post.
O movimento que tem liderado desde junho os maiores protestos pró-democracia em Hong Kong disse hoje que um dos seus coordenadores foi atacado por dois homens com o rosto coberto, armados com tacos de basebol.
O Exército de Libertação Popular (ELP) chinês realizou hoje em Macau e em Hong Kong a rotação das suas tropas, informou a agência de notícias estatal Xinhua.
A polícia de Hong Kong proibiu a manifestação e a marcha pró-democracia agendadas para sábado pelo movimento que tem liderado os protestos na ex-colónia britânica, sublinhando que quem desobedecer pode enfrentar até cinco anos de prisão.
O Governo chinês disse hoje que está "extremamente descontente" com a declaração do G7 sobre Hong Kong a apelar a que se evite a violência no território, depois de três meses de protestos antigovernamentais.
A polícia de Hong Kong justificou hoje o uso de canhões de água e um disparo para o ar, no domingo, em mais um dia de protestos violentos na região administrativa especial chinesa, que terminou com dezenas de detenções.
A polícia de Hong Kong disparou hoje pelo menos um tiro depois de manifestantes pró-democracia terem atacado agentes com paus e varas, e usou gás lacrimogéneo para dispersar um grupo em protesto numa rua central da cidade.
Um total de 29 pessoas foram detidas em Hong Kong depois de terem participado sábado numa manifestação pró-democracia marcada pela violência entre manifestantes e as forças de segurança, informou hoje a polícia em comunicado.
A polícia antimotim de Hong Kong carregou hoje com gás lacrimogéneo sobre manifestantes que tinham erigido uma barricada no bairro de Kwun Tong, no Este da antiga colónia britânica.
Milhares de manifestantes formaram hoje um cordão humano que serpenteou através de Hong Kong, exatamente 30 anos depois de os países bálticos terem organizado uma fila de pessoas para recuperar a sua independência, a célebre "Cadeia Báltica".
Os protestos antigovernamentais e pró-democracia voltam hoje às ruas de Hong Kong com um cordão humano marcado para junto das estações das três principais linhas de metropolitano e uma manifestação promovida por contabilistas.
Mais de um milhão e meio de manifestantes vieram mostrar, no passado domingo, que não estão disponíveis para se render às regras e leis da China e a China rapidamente invocou violência e desacatos, infiltrações de agentes provocadores. Tudo isto se passa em Hong Kong, mas é notícia que faça as prime