O ministro da Defesa chinês defendeu hoje as políticas de Pequim nas questões controversas de Hong Kong e da região de Xinjiang, durante uma conversa por telefone com o seu homólogo dos Estados Unidos.
O Presidente da China, Xi Jinping, declarou hoje o seu apoio a Carrie Lam, chefe do Executivo de Hong Kong, região semiautónoma chinesa que há cinco meses é palco de manifestações pró-democracia.
A imprensa oficial chinesa apelou hoje a uma "linha mais dura" contra as manifestações pró-democracia em Hong Kong, após um novo fim de semana de violência, marcado por um ataque com faca a vários manifestantes.
Uma violenta discussão em Hong Kong fez hoje seis feridos, incluindo um ativista pró-democracia que ficou sem uma orelha, no âmbito de uma manifestação pró-democracia.
Cerca de 200 pessoas foram detidas em Hong Kong na sequência de tumultos e de confrontos com polícias no sábado, durante os quais foram destruídos vários órgãos de comunicação oficiais, incluindo a sede da agência chinesa Xinhua, informou a polícia.
A polícia de Hong Kong dispersou hoje com gás lacrimogéneo e canhões de água milhares de manifestantes pró-democracia que participavam numa nova marcha não autorizada, depois de quase cinco meses de protestos apesar de um novo aviso de Pequim.
O ativista Joshua Wong, figura proeminente do movimento pró-democracia em Hong Kong, anunciou hoje que foi impedido de concorrer às próximas eleições locais, enquanto o território atravessa a pior crise política desde 1997.
Hong Kong quer eliminar gradualmente todos os veículos comerciais e públicos de combustíveis fósseis nos próximos 10 a 20 anos e substituí-los por modelos elétricos, de forma a melhorar a qualidade do ar.
A líder de Hong Kong, Carrie Lam, advertiu hoje que o território está em risco de entrar em recessão económica, quase cinco meses após o início dos protestos antigovernamentais.
O ativista Joshua Wong, figura proeminente do movimento pró-democracia em Hong Kong, anunciou hoje que foi impedido de concorrer às próximas eleições locais, enquanto o território atravessa a pior crise política desde 1997.
As ruas de Hong Kong voltaram este fim de semana a registar incidentes violentos depois de uma manifestação ilegal, que terminou com a polícia a dispersar os manifestantes com gás lacrimogéneo, gás pimenta e canhões de água anti-distúrbios.
A polícia de Hong Kong planeia reforçar-se com mil agentes aposentados para aliviar a pressão ao nível de pessoal devido aos violentos protestos que duram há quase cinco meses, noticiou hoje o jornal South China Morning Post.
O Supremo Tribunal de Hong Kong emitiu uma providência cautelar temporária que proíbe cidadãos de assediarem agentes policiais online, impedindo a divulgação de qualquer informação sobre os polícias, incluído os seus nomes, endereços, fotografias e contas do Facebook.
Centenas de pessoas concentradas em Barcelona, acompanhadas por um piano, cantaram hoje em catalão o hino dos protestos de Hong Kong para exigir democracia em Espanha e na China.
Centenas de pessoas concentraram-se hoje em Hong Kong para manifestar solidariedade e apoio, segundo destacaram os próprios manifestantes, à "luta" dos "semelhantes catalães" pela "liberdade".
A circulação de veículos privados na mega ponte que liga Macau, Hong Kong e Zhuhai, inaugurada há um ano, vai ser alargada a título experimental, com a atribuição de novos vistos para as três regiões, anunciaram as autoridades.
O Governo chinês negou hoje a informação avançada pelo jornal britânico Financial Times de que Pequim está a considerar substituir a chefe do Governo de Hong Kong, Carrie Lam, face aos protestos no território.
O Governo de Hong Kong pediu hoje desculpas a líderes muçulmanos, depois da polícia antimotim ter pulverizado um portão da mesquita e algumas pessoas com um canhão de água, quando as autoridades tentavam dispersar os manifestantes no domingo.
Manifestantes que voltaram hoje a concentrar-se nas ruas de Hong Kong durante uma marcha não autorizada levantaram barreiras e lançaram bombas de fogo, enquanto a polícia respondeu com gás lacrimogéneo e tanques de água.
A chefe do Governo de Hong Kong, Carrie Lam, que conta com o apoio da China, foi hoje impedida de intervir no Parlamento pelo segundo dia consecutivo, ao ser interrompida novamente por deputados pró-democracia.
Os organizadores das manifestações em Hong Kong denunciaram hoje que um dos líderes do movimento foi atacado por desconhecidos com martelos, alegando que o ataque foi “politicamente motivado”.
A Câmara dos Representantes norte-americana aprovou na terça-feira três projetos de lei para demonstrar apoio aos manifestantes em Hong Kong, que há mais de quatro meses lutam por reformas democráticas e denunciam a erosão das liberdades no território. A China expressou "profunda indignação" e já pr
Dezenas de milhares de manifestantes voltaram hoje ao centro de Hong Kong para apelar ao apoio da comunidade internacional, em particular dos Estados Unidos.
A presidente da Câmara de Turismo da China disse hoje que "90% dos trabalhadores do turismo perderam empregos ou rendimentos" em Hong Kong nos mais de quatro meses de protestos marcados pela violência entre polícia e manifestantes.